Apaixonado por futebol, nessa época ele trabalhava como estagiário da Associação Desportiva São Caetano (São Caetano Futebol Ltda.) e mesmo não ganhando muito, nunca desistiu de chegar a um degrau mais alto e sempre deixou claro a que veio a campo. “A gente tem que ter um grande objetivo na vida, seja ele vencer, seja mais genérico, mais específico. Meu grande sonho é vencer a vida”, conta Zetune ao dizer que mesmo saindo do clube não desanimou e seguiu em frente com seus objetivos. Assim, por meio de contatos, ficou sabendo de um possível investimento no São Bernardo Futebol Clube e, durante uma entrevista com o atual presidente do clube Luiz Fernando, “cria” sua empresa, a agência InComun – Comunicação Inteligente e, junto dos jornalistas Gustavo Ellero (26) e Raissa Cristina Rossini (24), iniciam uma jornada encarando os adversários e riscos de um novo negócio.
sexta-feira, 15 de março de 2013
Empreender e comunicar, uma dupla de sucesso no Jornalismo
Apaixonado por futebol, nessa época ele trabalhava como estagiário da Associação Desportiva São Caetano (São Caetano Futebol Ltda.) e mesmo não ganhando muito, nunca desistiu de chegar a um degrau mais alto e sempre deixou claro a que veio a campo. “A gente tem que ter um grande objetivo na vida, seja ele vencer, seja mais genérico, mais específico. Meu grande sonho é vencer a vida”, conta Zetune ao dizer que mesmo saindo do clube não desanimou e seguiu em frente com seus objetivos. Assim, por meio de contatos, ficou sabendo de um possível investimento no São Bernardo Futebol Clube e, durante uma entrevista com o atual presidente do clube Luiz Fernando, “cria” sua empresa, a agência InComun – Comunicação Inteligente e, junto dos jornalistas Gustavo Ellero (26) e Raissa Cristina Rossini (24), iniciam uma jornada encarando os adversários e riscos de um novo negócio.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Jornalismo, mais que minha profissão… é minha paixão
http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/platb/fabiolacidral
sábado, 7 de abril de 2012
07 de abril – Dia do Jornalista
terça-feira, 26 de abril de 2011
DESUMANO E DEGRADANTE
O bullying na sociedade, feridas que marcam a alma
Dor, solidão, medo, revolta, são apenas algumas das marcas deixadas pelo bullying, marcas que não se limitam ao emocional e ultrapassam o físico. No mundo todo, milhares de pessoas sofrem com essa agressão. Criado na década de 70 pelo sueco Dan Olweus, o termo bullying (do inglês bully = valentão) segundo ele, caracterizava as agressões e transtornos psicológicos visíveis em estudantes da época.
Mas o que é de fato o bullying? Como começa? O quê causa em quem sofre? Isso é fácil de responder e de se entender mas muito difícil de se aceitar. O bullying é associado a xingamentos, brincadeiras, humilhações públicas, ofensas que envolvam alguma característica física ou social de uma pessoa; a altura, o peso, alguma outra deformidade física, a roupa que usa, seu jeito de andar e falar e tudo mais que possa ser usado para reprimir e ofender alguém. Geralmente quem começa com as “brincadeiras” são os valentões da sala, da escola, ou de onde for, em busca de chamar a atenção, se colocando acima dos outros, ou alguém que não vai com a cara de outra pessoa e literalmente a joga na berlinda como alvo. Quem sofre a repressão fica marcado pelo resto da vida, e por mais que se submeta a tratamentos psicológicos, físicos ou comportamentais, sempre vai carregar dentro de si a angústia em lembrar o terror que é passar por isso.
Em estudo realizado pela ONG Pian em 2010, com alunos do ensino fundamental de escolas públicas e privadas, 47% afirmam já terem sido vitimas de bullying na escola, na Internet ou já presenciaram algum tipo de agressão. (Revista VEJA, março 2011)
O bullying, nos dias de hoje, tem sido identificados em vários casos que ficaram famosos na mídia. O mais recente é o de Wellington Menezes de Oliveira, 24 anos, que assassinou 12 crianças e feriu mais 12 na escola estadual Tassio da Silveira, na zona oeste do Rio de Janeiro no dia 7 de abril de 2011. Em cartas encontradas pela polícia na casa de Wellington, ele associa a chacina à discriminação que sofria quando criança na escola. Fato esse que teve o agravamento da esquizofrenia herdada de sua mãe biológica. Em entrevista à Revista VEJA, o psiquiatra Gustavo Teixeira diz que “... provavelmente as humilhações funcionaram como um gatilho de um gravíssimo distúrbio psiquiátrico”.
O aumento da agressividade nas vítimas de bullying, nem sempre vem à tona, na maioria dos casos a pessoa sente medo de tentar reagir e sofrer ainda mais e em muitos casos acabam nem contando aos pais ou professores sobre o ocorrido. Isso é um ponto importante, pois só se pode reprimir a ação a partir do momento em que se expõe o caso.
Mês passado aconteceu na Casa Branca, Estados Unidos, a Conferência de Prevenção ao Bullying. Lá esses casos tem uma repercussão muito mais expressiva do que em outras partes do mundo, e é também onde os piores casos ocorrem.
Circulou pela rede há alguns dias um vídeo de garoto que por ser maior que os alunos da sua idade e por estar acima do peso, sofria com agressões verbais e físicas. Um vídeo foi lançado na internet e mostra o agressor literalmente sendo esmagado pelo garoto que seria a vitima – veja o vídeo aqui . No Brasil 80% das escolas não punem os agressores e segundo a consultora pedagógica Valéria Rezende da Silva: “Elas ainda não entenderam sua responsabilidade na repressão ao bullying.” A internet tem sido o centro de muitas dessas ações. Sites de relacionamento como orkut e twitter, tem sido usados para disseminar essas ofensas, que posteriormente ganham maiores proporções no mundo físico.
Nos dias de hoje, esse tipo de preconceito é totalmente inaceitável. Em pleno século XXI, é absurdo como as pessoas ainda tenham esse tipo de preconceito, e não só com relação ao bullying, mas com qualquer outro tipo de discriminação. A negligência das pessoas, das escolas, do governo com relação ao bullying tem se mostrado cada vez mais adversa à situação. E aí fica a pergunta no ar, “O que pode ser feito sobre isso?”, infelizmente, não depende apenas de uma pequena parcela, e sim de toda a sociedade se conscientizar de que esse tipo de atitude só nos leva para o fundo do buraco, quando na verdade deveria ser uma união para que muitos outros problemas mundiais fossem solucionados.
Links de sites relacionados ao assunto:
http://www.brasilescola.com/sociologia/bullying.htm
http://gadgetsdauscs.blogspot.com/2011/04/facebook-reforca-sistema-de-privacidade_21.html
domingo, 24 de abril de 2011
PANORÂMICAS DA VIDA
360º vistos de uma única ótica
Poder ter uma visão periférica que conseguisse enxergar tão bem assim, com certeza seria algo bem legal, poder ver tudo, mas tudo mesmo, o que acontece a nossa volta sem perder nem um detalhe sequer, o “problema” seria assimilar todas as informações. Se às vezes nos confundimos todo com o que está a nossa frente, imagine juntar informações vindas de todos os lados, todos os ângulos, UAUUU, seria algo realmente extraordinário e complexo ao mesmo tempo. Por quê??? Simples assim, imagine a cena: Se coloque no centro de um círculo com umas 50 câmeras te rodeando e gravando (ou fotografando) suas ações em ângulos diferentes. Quando assistirmos às imagens de todas as câmeras separadamente, veremos a mesma ação em muitos ângulos, o que dará a impressão de ser outra cena, e se assistirmos tudo junto será muita informação para entendermos o que está acontecendo. O fato é que nunca veremos a mesma ação da mesma maneira.
Veja aqui algumas cenas de filmes que usam esse efeito ( links YouTube – Créditos nas páginas dos vídeos ):
| Filme: Shrek 1 | Filme: Matrix | Filme: Marix - Making Off Bullet Scene |
Mudando de vídeo para fotografia, podemos criar o mesmo efeito com processos semelhantes, algumas máquinas já vem com o recurso de fazer foto panorâmica com um simples clique, porém, o jeito mais conhecido é com certeza o de se fazer várias fotos e depois mesclá-las em algum editor gráfico, ou você pode simplesmente gastar um pouco mais e comprar uma lente grande angular que dará um efeito bem parecido. As fotos panorâmicas além de serem muito bonitas, poder ser usadas em vários segmentos, como TV, na internet, na publicidade, enfim, em quase qualquer lugar, eu, por exemplo, uso aqui no blog, lá em cima. Essa foto eu fiz lá no prédio do Banespa no centro de São Paulo e foi à primeira panorâmica que eu fiz. Sempre que vou a algum evento, ou lugar novo, tento fazer uma foto nova para ter uma lembrança a mais do lugar, do momento.
terça-feira, 22 de março de 2011
Esquemas tipificadores e a sociedade cotidiana em que vivemos
É impressionante como hoje em dia temos uma infinidade de coisas, sentimentos, ações, pensamentos, perspectivas diferentes para assimilar em nosso cotidiano. Alguns desses "objetos" são mais difíceis de entender do que outros, uns são muitos simples, mas se tornam complicados em determinadas situações. Podemos entender por "objetos" tudo o que pode ser referido, indicado, evidenciado.
Os objetos podem ser físicos, sociais ou abstratos e é justamente nessas três classificações que caímos no desespero ou vamos à glória. O comportamento humano é baseado em premissas que o compõe. São elas: Significado, Interpretação e Interação, e baseando-se nelas tentamos (na maioria das vezes) entender o comportamento humano e suas ações.
Tudo no mundo tem um significado e a partir do momento em que se descobre qual é o significado de determinado objeto, o interpretamos de uma forma que nos parece ser a mais adequada ao seu uso, o que nos resulta em uma interação social com o objeto e com a sociedade relacionada a ele, por exemplo, se compramos um tênis, top de linha, lançamento de marcado, o quê geralmente vem à mente no momento? Que vamos estar em um patamar social elevado, que seremos diferentes dos demais, que teremos status. No caso o objeto físico é o tênis, o social é o status que queremos atingir com o produto, e a interação é algo que se pode alcançar, pois quando se busca o status buscamos também a interação com novos grupos, tribos, classes e afins. Porém para se ser essa interação, fazer parte dessa dessa “sociedade”, conseguir esse status, deve-se não apenas adquir um bem material, deve-se fazer parte do meio, entender como o mesmo funciona, é como um jogo social, se não interagirmos não estamos no jogo.
Nós, meros seres humanos, somos capazes de identificar objetos, por "esquemas tipificadores", que de uma forma mais grosseira, acabam rotulando o objeto, como um acessório utilizado por uma tribo, como sendo parte daquela "rede" e quem, de fora, usa determinado objeto acaba sendo visto como sendo parte do grupo também, mesmo apenas tenha usado por achar interessante. Infelizmente somos assim, julgamos mas não queremos ser julgados. Mas apesar dos pesares, podemos viver em conjunto com diferentes tribos, mesmo que de vez em quando (na maioria das vezes) algumas fagulhas sejam lançadas em direção oposta.
Se na sociedade, algo não tem ou não sabemos seu significado, não interpretamos da maneira correta, e isso faz com que o objeto em questão caia em desuso ou até no esquecimento. Se bem que é meio relativo falar em maneira certa ou errada de se interpretar um objeto, para mim pode ter um significado, assim como outras pessoas podem enxergá-lo de uma perspectiva diferente.
A alguns anos atrás, era comum ver pelas ruas, pessoas (geralmente negros, descendentes de afro-americanos e outros) trajando camisetas com a frase "poder para o povo preto", ou "100% negro". Na sociedade atual, em que há um preconceito absurdo com relação às etnias, raças e religiões, objetos como esses são interpretados de formas muito diferentes. Para quem usa, é uma forma de protesto, uma forma de reivindicar direitos iguais para todos, mas para quem está "do lado de fora" encara como uma forma de exclusão por parte deles mesmos. Você já parou para pensar o que aconteceria se um branquelo qualquer acordasse num dia de sol e saísse na rua vestindo uma camiseta com a frase "100% branco"? Com certeza não iria muito longe. Por quê? Porque com certeza seria perseguido por outros grupos que encarariam aquilo um abuso, um desrespeito, ou seja, cada um enxerga determinado objeto como lhe agrada mais.
Ontem na faculdade, tivemos (ou tentamos, eu juro que tentamos ter) uma aula sobre o assunto. Assistimos um vídeo (tosco, mas bem legal para quem curte o estilo) do Raul Seixas, da música "O dia em que a terra parou". Obvio que o Raul não fez a música com o pensamento aí de cima na cabeça, mas ela se encaixa muito bem no contexto. Ela fala do dia em que o mundo todo deixou de fazer suas obrigações, de seguir suas rotinas porque sabiam que ninguém mais agiria assim. Ou seja, todo o que existia perdeu o sentido, perdeu o significado, então não tinham motivos para continuar com o que faziam antes. E é assim mesmo que funciona, se algo perde o sentido, por que continuar a usá-la ou tentar entendê-la (eu sei que já disse ali em cima isso, mas é importante destacar)
Se algo caí em desuso, perde o sentido, e se perde o sentido não tem por que continuarmos a usá-la ou tentar entender seu propósito na sociedade. Se você esquece ou saí da linha de propósito de tal objeto, perde o sentido também.
Se pagamos por algo, mas não sabemos o propósito pelo qual estamos pagando, estamos jogando dinheiro fora quando poderíamos ou estar aproveitando mais o que pagamos ou gastando esse dinheiro com algo que fosse mais proveitoso. Só não é justo que por que uma pessoa está pagando e não está aproveitando, outros tenham que estar na mesma situação, afinal o que é bom para um pode não ser bom para outro.
É para se pensar certo? Alguns tem tanto para esbanjar sem se preocupar com o resultado, e outros lutam tanto para ter uma pequena parcela de conforto. Complicado demais para se pensar antes de começar uma aula da faculdade rsrsrs
Indicação de blog: http://mafaldaylavidacotidiana.blogspot.com/
Ainda não li o blog inteiro, mas é bem legal e apesar de ser em espanhol é fácil de se compreender as mensagens passadas pela Mafalda. Vale conhecer um pouco mais!
terça-feira, 15 de março de 2011
“Liga o seu bluetooth que eu te acho baby”
“... Todos se uniram, o medo então se foi
Levando tudo que deixou
Ficamos abraçados até o amanhecer
Nada mais ficou aqui, só eu e você, só eu e você...”
O trecho da letra acima é da música 2012 da banda AFTERSIX e faz parte do primeiro cd da banda, que está em fase de produção e logo logo estará estourando por todo lugar. A banda que já na estrada desde 2002, com muitos shows em sua história, se apresentou nesse domingo (13-03) no Hangar 110, participando do festival Skema 110, próximo a estação Armênia do metrô. Como não podia ser diferente, a cada banda que se apresentava ficava a apreensão de quando os meninos iriam subir no palco. O tempo foi passando e logo percebemos que seriam os últimos, claro, afinal, pra fechar com chave de ouro rsrsrs
Fazia um tempinho que não acompanhava os meninos nos shows, mas consegui estar presente em alguns momentos bem legais, como no show em São Bernardo do Campo no ano passado em que eles abriram o show do Lulu Santos em um evento da Toyota, e na gravação do acústico que eu ajudei na produção, enfim, os poucos momentos foram demais.
Agora eles estão em uma fase super legal, vários shows, gravação de cd, ahhh tem o DIARIOSIX também que mostra um pouco do dia a dia da banda, bem legal e vale à pena conferir
Bom eu sou meio suspeito pra falar deles, então tire suas próprias conclusões. Visite os links abaixo e que estão no texto aí de cim para conhecer um pouco mais da banda.
E não esquece, na hora do show “liga o seu Bluetooth que eu te acho Baby” e vamos agitar total!!!! Hahahahaha
PS:. Noticia boa hein, acabei de saber que os meninos se classificaram pra final do Skema 110 no show de domingo. PARABÉNSSSS
Para saber mais sobre a banda e sobre o Hangar 100 acesse?
http://www.aftersix.com.br/
http://www.hangar110.com.br/
sábado, 12 de março de 2011
Japão, superpotência feita por Seres Humanos
Nos últimos um assunto tomou conta das mídias, infelizmente por um péssimo motivo. Os desastres ocorridos no Japão, Indonésia, EUA e outros lugares.
Terremotos, tsunamis, explosões nucleares, o quê mais está faltando? E nessas horas eu me pergunto como é que países tão desenvolvidos conseguem lidar com isso?
Como um colega do serviço me disse hoje, que o professor dele comentou em aula sobre os desastres dizendo algo do tipo: “Imagina se acontece uma coisa dessas no Brasil, se toda vez que chove um pouco a mais, já dá enchente em todo lugar. Se der terremoto e tsunami o Brasil some do mapa!” Fato, não é mesmo! Se quando tivemos tremores em alguns estados que não chegaram nem a 5 pontos, imagina se chegasse a 8.9 como foi no Japão.
Em vários noticiários hoje eu vi sobre a estrutura dos prédios japoneses e só posso dizer uma coisa. PARABÉNS para os engenheiros e arquitetos japoneses por construírem verdadeiras obras, sim obras, pois para agüentar a quantidade de catástrofes que já ocorreram por lá, tem que ser coisa de artista mesmo.
Segundo uma matéria que saiu hoje no site eBand, já havia números horríveis, 637 mortos e 10.653 desaparecidos, isso às 12h16min de hoje, ou seja, onde vai parar isso??? Espero que logo!
Em outra matéria no jornal da RedeTV agora à noite, vi que todas as associações nipônicas no Brasil estão 24 horas de plantão pela internet, pela TV, ou seja, qual for o mio de comunicação em busca de notícias sobre familiares, amigos, ou sobre o estado do país.
É nessas horas que podemos ver como até os mais fortes, sucumbem a uma força maior. O quê somos perante tudo isso? O quê podemos fazer para tentar conter futuras catástrofes iguais ou piores?
Bom, primeiro deveríamos voltar no tempo e tentar agira de uma forma diferente, ao invés de destruir o planeta como vem sendo feito a décadas, deveríamos nos conscientizar de que tudo que vai, um dia volta, e volta com muita força. É para se pensar!!!!
Agora, o que podemos fazer além de parar de destruir o planeta é ajudarmos de todas as formas possíveis.
Escolas estaduais em alguns estados brasileiros já estão mobilizando campanhas para as vítimas.
Vou tentar encontrar algumas campanhas, entidades e afins que estão se mobilizando pela causa para colocar aqui. Se alguém souber de alguma, por favor, me mande OK
FORÇA PARA TODOS NÓS, O MUNDO PRECISA DE AJUDA!
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Panorama
Pois é, depois de tanto prorrogar, coloquei em prática dois projetos que eu já deveria ter começado faz tempo.
O primeiro é de montar um blog e não abandoná-lo depois de uns dias (acho que tenho uns três perdidos pelo mundo) e o segundo é o “São Paulo by Night” que mostra fotos da cidade de São Paulo à noite (www.saopaulobynight.blogspot.com). Como esse é sobre um assunto que me atraí muito (não que os outros não fossem também) creio que será um incentivo à mais.
E para começar não poderia ser diferente se não unir os dois projetos em um só post. Acho que assim fica bem claro o que realmente está por vir. Não sei se vou conseguir postar todos os dias por conta dos horários, mas farei o possível para que não fique de lado. De repente eu até traga de volta os outros blogs. (Operação Resgate = ON)
Mas chega de blá blá blá como diria uma amiga e vamos ao que interessa.
Aqui trarei um pouco do que esta acontecendo no dia-a-dia da cidade, uma noticia, um fato, uma foto, alguma coisa relacionada a fotografia e jornalismo. Bom, joguei a linha, vamos ver o que eu pesco não é rsrsrs
“Panorama é o nome dado, grosso modo, a qualquer vista abrangente de um espaço físico, ou seja, é uma ampla vista geral de uma paisagem, território, cidade ou de parte destes elementos, normalmente vistos de um ponto elevado ou relativamente distante.
A palavra foi originalmente cunhada na segunda metade do século XVIII pelo pintor irlandês Robert Barker para descrever suas pinturas "panorâmicas" de Edimburgo. O vocábulo é formado por dois termos do grego antigo παν (pan), que significa "total", e ὅραμα (órama), que significa "vista".”
Fonte: http://pt.wikipedia.org (ok ok não é a melhor, mas é isso mesmo, pode confiar rsrsrs)